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55 anos de Bruce Dickinson

8/6/2013 11:37:53 PM
(Foto: Divulgação)


Vocalista, multi-instrumentista, compositor, piloto de avião, esgrimista, locutor de rádio, historiador, autor, roteirista e pesquisador de sabores de bebidas alcoólicas. Precisa de mais?

O inglês Bruce Dickinson é um dos sujeitos mais workaholics dos últimos tempos. Seu trabalho como frontman do Iron Maiden é o que lhe deu maior destaque, mas todas as funções acima são ou foram ocupadas por ele.



Hoje, aos 55 anos, sua produção continua vasta no âmbito do heavy metal. São onze discos de estúdio com o Maiden e seis em carreira solo, além de participações em outros trabalhos.

Influenciado por Arthur Brown, Ian Anderson (Jethro Tull) e Ian Gillan (Deep Purple), Bruce Dickinson absorveu seus gostos e desenvolveu um estilo próprio, que continua a ser apreciado e imitado por gerações.



Seu talento foi descoberto no Samson e, em 1981, foi convidado a substituir Paul Dianno no Iron Maiden. Sua voz e sua performance no palco foram responsáveis por elevar o patamar do grupo a partir de 1982, com sua estreia em estúdio no álbum "The Number Of The Beast".

Os anos seguintes foram de muito sucesso. "Piece Of Mind" (1983) e "Powerslave" (1984) pegam o melhor de Dickinson. Os experimentos de "Somewhere In Time" (1986) e "Seventh Son Of A Seventh Son" (1988) não agradaram muito ao cantor, apesar da boa performance, mas logo houve uma volta às raízes em "No Prayer For The Dying" (1990) e "Fear Of The Dark" (1992).



A carreira solo de Bruce começava nesta época. Em 1990, seu primeiro trabalho solo, "Tattooed Millionaire", foi lançado. Aparentemente mais satisfeito naquele momento com seu projeto, Dickinson resolve deixar o Maiden em 1993.

A década de 1990 foi prolífica para a carreira solo do cantor, tendo quatro excelentes discos lançados. A influência de sua performance era tamanha no Maiden que, em alguns momentos, é possível confundir as bandas em seus discos solo.



O retorno de Bruce ao Maiden ocorreu no final da década, consumando sua competência em álbuns como "Brave New World" e "Dance Of Death". O registro mais recente é "The Final Frontier", de 2010.

Enérgico, Dickinson ainda parece um jovem de 20 e poucos anos no palco. Não exige mudança de afinações em suas apresentações, pois sua voz continua perfeita. Ainda corre feito louco pelos palcos do mundo, sem perder o pique. Parabéns, Bruce Dickinson!

por Igor Miranda

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