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Leticia Muniz
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Existe uma chave para o sucesso eterno?

10/25/2011 9:10:00 AM
Uma carreira promissora e sucesso eterno são os sonhos de qualquer artista. Seja ele iniciante ou já no top do Jet set nacional e internacional. Mas o que define a chave do sucesso? Qual a receita daqueles que ficam no auge da fama por anos a fio e outros, que chegam a fazer sucesso até postumamente?


Isto é difícil de definir. E há inúmeros exemplos: Legião Urbana, Elvis Presley, The Beatles, personalidades que fazem sucesso mesmo sem nem ao menos continuarem existindo. Podemos citar os mais recentes Kid Abelha, Paralamas do Sucesso, os dinossauros The Rolling Stones, Aerosmith, U2 e, até mesmo, o clássico Roberto Carlos.

Este último chega a intrigar. O que leva um músico a passar décadas no auge da mídia enquanto seus antigos companheiros de jovem guarda, que começaram com os mesmos estilos e gêneros musicais simplesmente ficaram para trás, esquecidos na história?

Seria o segredo uma constante atualização de estilo musical? Seria uma mudança de tendência? Ou seria apenas uma manutenção de personalidade, sem seguir nos modismos? Difícil de explicar, porém surpreendente, pode-se dizer mesmo sem ser fã do cara.

E a luta desesperada por se manter no auge da fama chega a passar por fiascos. Poderia dizer que é praticamente impossível um grupo que partiu dessa para uma melhor uma vez no show biz conseguir voltar ao auge com uma remontagem. Exemplos bem recentes disso são o RPM e a Blitz. Jamais podemos desmerecer o talento e a importância destas e muitas outras bandas para o cenário cultural brasileiro, mas, simplesmente, o estilo não dá mais certo. Tudo tem seu tempo. Seria essa a fórmula?

Outro ponto talvez seja a abertura da mente para conhecer novos estilos, aceitar novos desafios e respeitar músicos que chegam à fama com uma nova proposta. Neste ponto cito, mais uma vez Roberto Carlos, que já ousou cantar com pessoas desde Marina Lima e Sandy até a estreante Paula Fernandes. E é este passeio por diferentes estilos que dá ao músico tão consagrado a leveza e a capacidade de atingir os mais diferentes tipos de público. Seu sucesso contempla dos mais velhos aos mais jovens tipos e, talvez por isto este seja o artista com o maior número de músicas regravadas no Brasil. Algumas delas voltaram a se tornar sucesso nas vozes de bandas muito mais jovens como o Jota Quest, por exemplo.

Mais que nunca, é bom pensar que a chave para o tão sonhado sucesso seja a atemporalidade, o não pensar em seguir a tendência da moda do momento. Talvez essa chave esteja na tênue linha entre o atual e o clássico, o jovem e o antigo. Mas a verdadeira resposta, de fato, quem sabe?

por Leticia Muniz

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