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Jogos Que Eu Gostaria de Ver

4/26/2011 9:15:26 AM
O mundo da música parece estar sempre disposto a testar novas fronteiras com os jogos eletrônicos. Já vimos por aqui os sucessos e os fiascos dos astros do rock neste universo, assim como a investidas do hip hop pelo mesmo caminho (parte 1 | parte 2). Agora, convido vocês a entrar no mundo da imaginação e tentar prever que novas parcerias podem surgir, enquanto nos divertimos no processo. Se alguma destas sete ideias chegar a ver a luz do dia, meus advogados ficarão satisfeitos.


1) Bad Romance of the Dead

Roteiro básico de jogos de mortos-vivos: os mortos se levantaram, eles estão com fome de carne humana, a civilização caiu blá blá blá. Mas, neste jogo, eles são combatidos com... estilo, muito estilo! Cabe à indefectível Lady Gaga a tarefa de salvar o mundo com glamour e música. Pense em uma mistura de Bayonetta com seu jogo de zumbi favorito e você terá pescado a ideia. Ao contrário da maioria dos jogos atuais, haverá apenas um único tipo de inimigo, um morto-vivo genérico repetido centenas de vezes na tela. Por outro lado, os milhares de skins de Lady Gaga ocuparão 3GB no DVD do jogo, além de um exclusivo editor de figurino para você tentar superar a vida real. O figurino mais bizarro criado por um jogador será usado pela própria cantora no próximo VMA.

Lady Gaga of the Dead

2) Memphis Trucker

Imitado por todo mundo, mas nunca superado, o verdadeiro Rei do Rock precisa deixar sua marca no mundo dos jogos eletrônicos! É de se espantar que até agora com tantos títulos musicais, nenhum tenha ainda sido dedicado inteiramente à Lenda. Com todo o respeito, mas até o Van Halen ganhou sua edição do Guitar Hero. Cadê a do Elvis? Indo na contramão da escolha óbvia, eu faria um jogo que explorasse o lado caminhoneiro de Elvis Presley. Certa vez, um músico líder de uma banda disse ao futuro Rei que seria melhor se ele tivesse continuado dirigindo caminhões, por que ele não teria sucesso como cantor. Aconteceu mesmo. Então, nesse jogo imaginário, Elvis seria um motorista de caminhão, cruzando o país, tocando em bares, conquistando as meninas e vivendo os perigos da estrada. Pense em um Full Throtlle, troque as motos por possantes caminhões e coloque uma trilha sonora do bom e velho Rei e você terá entendido o espírito da coisa.

3) Man of War

Kratos já era! Muito antes do protagonista de God of War eviscerar dois terços do Olimpo e metade da população da Grécia, já existia gente muito mais máscula, muito mais poderosa, muito mais sarada e muito mais true metal do que o careca branquelo de Esparta. Estou falando do Manowar! Dotados do verdadeiro poder milenar, concedido pelo próprio Deus do Metal, o Manowar é a banda do guerreiro invencível, suado e musculoso capaz de destruir seus adversários com destrutivos solos destruidores e supersônicos vocais mortíferos! Com eles não tem necessidade de espada gigante, correntes com lâminas ou outros apetrechos para os fracos! Manowar resolve no braço! Manowar tem o metal no coração! Este jogo poderia ser cooperativo, com você e seus amigos competindo para ver qual personagem tem os bíceps mais definido ou é mais autêntico ao metal. Pense no filho bastardo de God of War e Darksiders e esqueça que pensou nisto, seu infiel! Manowar não se compara com nada!

manowar

4) Epic Restart

O exato oposto do jogo anterior, naturalmente. No roteiro, teríamos um mundo sombrio e sem cor, habitado por criaturas sem amor ou sem felicidade. Para salvá-los, surgiria um grupo de heróis vestindo cores primárias ou berrantes e que colocaria o colorido de volta ao mundo. Entre seus adversários, versões decadentes de antigos heróis do passado, como os integrantes do Polegar, do Br'oz, do Dominó, dos Paquitos, do Twister, do Ciclone, a lista de oponentes seria imensa! Pense em Epic Mickey, contrate o Warren Spector para dar vida a esta bagunça e talvez tenha salvação. Ou não.

5) Musikal Kombat

Irmãos Gallagher
Tudo bem que a gravadora Def Jam já tenha colocado seus astros para sair no tapa (virtualmente), mas por que não criar um jogo onde os grandes arruaceiros da música se enfrentem no ringue. Com direito a fatalities, pois não? Quem não gostaria de ver os irmãos Gallagher resolvendo suas diferenças na base da porrada, usando bolas de fogo e arrancando suas respectivas espinhas? Ou ver Axl Rose dando uma voadora em Slash, que rebateria seu antigo companheiro com sua inseparável guitarra. Para as mulheres, o jogo imaginário daria a oportunidade de Rihanna dar o troco em Chris Brown, sem direito a reação. Pense em Mortal Kombat, mas coloque personagens ainda mais exóticos nele e você terá entendido o conceito.

6) Extreme Violence Death Chaos or Something Like That

Dizem por aí que os jogos atuais são muito violentos. Mas é apenas por que eles ainda não viram nada! Com músicas como "Necropedofilia" (isso mesmo que seu Latim está pensando), "Desmembrado e Molestado" e "F*** com uma Faca", o Cannibal Corpse construiu uma carreira de onze discos de estúdio, sendo que "Tumba dos Mutilados" vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo. Ninguém mais perfeito do que uma banda de death metal que já arranjou encrenca com a censura em vários países para protagonizar seu próprio jogo violento. Pense em Manhunt, com litros e litros de sangue e finalmente teremos em mãos o jogo que os censores tanto gostariam de criticar. Será que assim os outros títulos seriam deixados em paz?

7) Plagio Hero

Parangolé
Venha tocar os sucessos de Coldplay, Parangolé, Shakira e Led Zeppelin! Para que criar, se você pode plagiar, certo? Este jogo traria grandes clássicos da música, mas o jogador seria obrigado a olhar para um outro músico na tela, tentando fazer igual. Cabe ao jogador atingir o equilíbrio perfeito entre a batida original e a leve semelhança. Se ficar muito parecido, o jogador leva um processo e perde dinheiro. Se ficar muito diferente, a faixa não faz sucesso e o jogador deixa de ganhar dinheiro. Não pense em Guitar Hero, por que este título não teria qualquer semelhança com o jogo da Activision, isso são apenas boatos maldosos. "Eu tenho mais coisa pra se preocupar!"

por Carlos Aquino

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