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Morte de Prince escancara que os grandes ídolos pop estão indo embora

4/22/2016 11:37:14 AM
A emblemática morte de Prince, na última quinta-feira (21), acrescenta mais um dado a uma "estatística" infeliz: os grandes ídolos da música pop mundial estão indo embora. Os nomes da década de 1980, a de maior impacto na indústria fonográfica, já não resistem mais.


Pelo menos três dos grandes best-sellers da história do gênero pop faleceram na última década: Michael Jackson, em 2009; Whitney Houston, em 2012; e agora Prince, em 2016. Curiosamente, todos em situações que supostamente envolviam medicamentos, álcool e/ou drogas - no caso de Prince, a autopsia ainda será feita, mas os rumores dão conta de que ele estava tendo problemas com opiácios.



Os últimos meses, em especial, também não têm sido fáceis para o blues e o rock - que, em muitos momentos, também se confunde com o pop. David Bowie, Lemmy Kilmister (Motörhead), B.B. King, Glenn Frey (Eagles), Maurice White (Earth, Wind & Fire) e Keith Emerson (Emerson, Lake & Palmer): todos morreram nos últimos dois anos.

A lista de obituário tem sido cada vez mais ingrata. Por outro lado, não há peças de reposição dentro do pop e do rock.



No pop, por exemplo, não haverá nenhum artista como Prince, que cantava, compunha, tocava vários instrumentos e ainda produzia os próprios discos. Com 39 álbuns de estúdio lançados, Prince praticamente não dependia de parceiros ou músicos/compositores contratados para trabalhar.

Há quem diga que, somente com sua música, Prince tenha feito mais fortuna que a de nomes como Michael Jackson e Madonna, muitas vezes dependentes de terceiros. Obviamente, Jackson e Madonna conquistaram mais dinheiro com outras atividades menos musicais, o que tornou o patrimônio deles maior. Mas Prince não precisava lidar com compartilhamento de copyright.



No rock (e, de certa forma, no pop), jamais haverá outro nome como David Bowie, que, em 27 discos de estúdio lançados, conseguiu se reinventar em diversos momentos e apresentar algo não só diferenciado, como, às vezes, até inovador. Vão-se os Bowies, ficam as Britney Spears, por exemplo, que seguem fazendo o mesmo tipo de som em décadas.

Há nomes promissores no pop. Bruno Mars, por exemplo, ainda precisa se provar um pouco mais, mas deve se tornar sucessor de alguns artistas icônicos já falecidos, como James Brown e Michael Jackson. Ainda assim, é pouco. Resta-nos aguardar, sentados, por mais uma revolução musical.

por Igor Miranda

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