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Ranking: os 10 melhores shows do Rock In Rio 2015

9/30/2015 1:34:20 PM
Foram mais de 50 shows nos palcos principais (Mundo e Sunset) em sete dias de Rock In Rio 2015. Fora as apresentações em espaços alternativos, como a Tenda Eletrônica e a Rock Street.


Quem esteve no festival, relata muita diversão e ótimos shows. Boa parte de quem acompanhou pela TV também ficou satisfeito. No geral, as apresentações do evento foram boas. Mas há sempre aquelas que se destacam.

A lista abaixo traz as dez melhores apresentações na opinião do colunista Igor Miranda. A ordem do post é inversa - ou seja, começa com o 10° e termina com o 1° colocado. Veja:

10) Sam Smith: apesar de ter o carisma de um papel sulfite em cima do palco, Sam Smith fez uma ótima apresentação no Rock In Rio. A voz impecável e a seleção de boas canções fizeram com que, ao meu ver, sua performance fosse bem melhor que a principal da noite, com um show de confusão de Rihanna.



9) Angra + Dee Snider e Doro Pesch: outro show com um contexto emocional. O Angra mandou tão mal em 2011 que precisava se redimir. E não fez feio: apesar das minhas ressalvas sobre Fabio Lione cantar as músicas antigas da banda, ele se saiu bem. Ponto positivo também para o uso dos convidados na apresentação, em especial o lendário Dee Snider, vocalista do Twisted Sister e dono de uma das poucas vozes que me fizeram arrepiar ao vivo.



8) Elton John: pode ter Elton John em todo Rock In Rio que todo show será enérgico e repleto de hits. É muito bom conferir uma apresentação onde você saiba, pelo menos, cantarolar boa parte das músicas do repertório.



7) Lulu Santos: parece um crime colocar uma atração nacional entre os melhores do Rock In Rio. Mas Lulu Santos mandou tão bem que poderia, tranquilamente, fazer um dos shows finais do evento. O desfile de músicas conhecidas se tornou ainda mais saboroso com a boa performance da extensa banda de Lulu e a interação do músico com as milhares de pessoas presentes.



6) Royal Blood: para muitos, a surpresa do festival. Desde o ano passado, com o álbum de estreia, já adiantava a qualidade dessa dupla. No Rock In Rio, se provaram, com um show pesado e técnico, que agradou quem esperava pelo burocrático Metallica.



5) Slipknot: existem dois Slipknots, para mim. O de discos, mais morno, e o de shows, que beira a perfeição. O som dos caras se transforma no palco e ganha um ar tão magnífico que as músicas, medianas nos álbuns gravados em estúdio, parecem crescer só com o palco bem trabalhado do grupo.



4) Katy Perry: show de Rock In Rio é composto por hits. Nisso, Katy Perry mandou bem: tocou aquilo que o público queria, em uma performance repleta de luzes, figurinos e megalomanias de estrelas da música. Fora o carisma da estrela, que a coloca entre uma das maiores do pop na atualidade.



3) System Of A Down: a apresentação deste ano foi bem menos burocrática que a de 2011. Soou mais dinâmica, com um repertório melhor construído e, em especial, uma sincronia melhor entre Serj Tankian e Daron Malakian, ambos com mais fôlego nos vocais.



2) Mötley Crüe: um fator emocional agregou valor ao show do Mötley no Rock In Rio - trata-se da última turnê da banda e, provavelmente, da passagem final pelo Brasil. Som pesado com muitas labaredas, hits e empolgação: esse foi o show do Mötley Crüe, que compensou algumas limitações técnicas - especialmente do vocalista Vince Neil - com energia e disposição no Palco Mundo.



1) Queen + Adam Lambert: não tente comparar Adam Lambert a Freddie Mercury. Incomparável, Mercury conduziu o Queen ao estrelato a partir de três elementos - uma voz impecável, ótimas composições e uma presença de palco imponente. O intuito da união de Brian May e Roger Taylor com Lambert é prestar tributo a Freddie. O show foi emocionante e tecnicamente irretocável. Adam tem uma pegada mais orientada ao pop, mas se saiu bem.

por Igor Miranda

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