10 músicas emo nacionais que provavelmente já estiveram em sua playlist

Reforço o texto introdutório do artigo de segunda-feira (27), com músicas internacionais.

Particularmente, não gosto do emocore. Nunca gostei. Mas o emo, sem dúvidas, foi banalizado em sua chegada ao Brasil. Não pelas bandas nacionais, que sempre trabalharam de forma digna. O problema esteve na formação do estereótipo, que foi muito forte entre mídia, pessoas que odiavam o estilo e algumas peças raras que gostavam do gênero e viviam uma “fantasia”. Muitas pessoas pensam que “emo” é uma ofensa, mas é só uma tendência musical.

O emocore sempre foi associado a homossexuais (e homofobia), hábitos de pessoas com transtornos psicológicos (depressão como a principal) e muitos outros padrões que soavam ofensivos a quem, simplesmente, gostava do som. Toda generalização é burra.

Longe da época de tendência, da moda e das imposições, positivas ou negativas, de que o emo é uma tribo urbana com determinadas características, essa lista revisita dez músicas de bandas nacionais que marcaram o “boom” do estilo, nos anos 2000.

Observação: apesar de serem confundidos com as bandas emo, grupos como Restart e Cine, entre outros, não constam na lista por integrarem outro segmento, com influências diferentes.

NX Zero – “Razões e emoções”

Fresno – “Alguém que te faz sorrir”

Emo. – “Radio”

Aditive – “Antes do fim”

Hevo84 – “Passos escuros”

Dance Of Days – “Ao que é bom nessa vida”

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Forfun – “História de verão”

Strike – “Paraíso proibido”

Granada – “Diária.Mente”

Fake Number – “Primeira lembrança”

Opiniões, curiosidades, resenhas, listas e sobre todos os tipos de música são o foco desta coluna, comandada por Igor Miranda, jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical. Contato: [email protected]