15 músicas do Nirvana para celebrar os 50 anos de Kurt Cobain

Continue a conferir a lista:

“Something In The Way” (“Nevermind”, 1991): o rumor de que essa canção havia sido escrita enquanto Kurt Cobain era um sem-teto foi desmentido. Curiosamente, o próprio Cobain propagou esse rumor. Mas o clima da música traz bem a perspectiva apresentada no boato do líder do grupo.

“Aneurysm” (“Hormoaning” EP, 1992): um desperdício de canção, pois poderia estar tranquilamente no “Nevermind”. Mas não coube. Se “Nevermind” fosse um disco duplo, aliás, ninguém reclamaria.

“Sliver” (“Incesticide”, 1992): quem disse que o Nirvana é só depressão? Essa canção, escrita sob demanda para ser um single, é pra lá de divertida.

“Serve The Servants” (“In Utero”, 1993): a abertura do último disco de estúdio do Nirvana tem peso e coesão. Rock n roll de peso.

“Heart-Shaped Box” (“In Utero”, 1993): o carro-chefe do último disco do grupo. A faixa tem uma boa construção melódica e bons vocais de Cobain.

“Rape Me” (“In Utero”, 1993): a música que o Nirvana tocaria na cerimôniad o MTV Video Music Awards de 1992, mas foi deixada de lado pela letra pesada. A faixa é claramente anti-estupro, mas alguns idiotas não conseguem perceber.

“All Apologies” (“In Utero”, 1993): essa canção ganhou nova vida no Unplugged. Fantástica melodia. Kurt Cobain era um compositor formidável.

“You Know You´re Right” (“Nirvana”, 2002): a única faixa inédita da coletânea de 2002. Resume bem a perspectiva musical do Nirvana. Desde os momentos calmos aos mais agressivos.

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