Amy Lee, do Evanescence, não gosta do rap em “Bring Me To Life”

Amy Lee, do Evanescence, não gosta do rap em “Bring Me To Life”

'Na época, foi um problema', diz Amy Lee sobre o trecho rap (Divulgação)

‘Na época, foi um problema’, diz Amy Lee sobre o trecho rap (Divulgação)

A cantora Amy Lee disse, em entrevista ao News.com.au, que está feliz em relançar a música “Bring Me To Life”, do Evanescence, em uma versão diferente. Na nova edição do hit, que é guiada por uma orquestra e batidas eletrônicas, não há o trecho rap, originalmente feito por Paul McCoy.

“Deus abençoe o rap, faz parte do que nos colocou nas rádios, eu acho. Ou, pelo menos, de acordo com as regras das rádios, que não concordo, nem entendo. Poder voltar para a visão original da música é ótimo”, afirmou.

Amy Lee afirmou que, na época, ainda aprendia “a si mesma” e se acostumava com as notas. “É a realidade de ‘Bring Me To Life’, com certeza. Após tocá-la ao vivo tantas vezes, há opções vocais diferentes que eu tomei e elementos distintos que usamos nessa versão”, afirmou.

Ainda falando sobre o momento rap, Amy Lee disse que até se esquece da presença do trecho na versão original da música. “Na época, foi um grande problema, era o nosso primeiro single. Queria que as pessoas entendessem quem éramos. É uma luta que você sempre trava quando se é um artista. Se só tivéssemos um hit, se ninguém tivesse ouvido falar sobre nós de novo, então ninguém teria entendido quem somos. Fizemos com que isso passasse, então o rap não me irrita mais. No entanto, estou muito feliz em lançar uma nova versão sem o rap”, disse.

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A nova versão de “Bring Me To Life” faz parte do álbum “Synthesis”, de releituras orquestradas e eletrônicas. O disco, que também terá duas músicas inéditas, será lançado em 10 de novembro.

Ouça:

Por Igor Miranda (@silvercm)

Igor Miranda é jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical.