Após polêmica, Justin Bieber pediu desculpas a Marilyn Manson

Bieber disse que havia tornado Manson relevante de novo (Reprodução)

Bieber disse que havia tornado Manson relevante de novo (Reprodução)

Na última semana,
Veja também:
'Em Sua Direção': Péricles lança nova música, composta pelo filho

Manson, por sua vez, tentou amenizar a situação ao voltar atrás em algumas de suas palavras. “Estamos bem. As pessoas transformaram aquela coisa das camisetas em uma falsa briga. Vamos deixar de lado, f*der a imprensa e fazer algo juntos. Será o melhor. E não peça desculpas, você não foi c*zão. Perguntaram se você foi e eu meio que concordei. Eu não estava te caçando”, disse.

Por fim, Marilyn Manson prometeu a Justin Bieber que não falaria nada de ruim sobre ele em sua entrevista a Howard Stern. Em resposta, Bieber disse: “Bem, obrigado, LOL”.

Entenda a polêmica

No ano passado, uma curiosa parceria entre Justin Bieber e Marilyn Manson chamou a atenção do público. Em sua turnê “Purpose”, Bieber passou a vender uma camiseta com o rosto de Manson, com os dizeres: “bigger than Satan… Bieber” (“maior que Satã… Bieber”). A peça era vendida a US$ 195.

Em recente entrevista ao Consequence Of Sound, publicada uma semana antes da participação no Howard Stern Show, Marilyn Manson havia dito que a parceria acabou mal. Quando eles se conheceram, segundo Manson, “ele (Bieber) estava usando a camiseta com meu nome e ele me disse: ‘eu te tornei relevante de novo’. Péssimo engano dizer isso para mim”.

Manson continuou: “No outro dia, falei que estaria na passagem de som dele, no Staples Center para cantar ‘The Beautiful People’. Ele acreditou que eu apareceria, porque ele era estúpido mesmo”.

Veja também:
Justin Bieber fará pausa na carreira musical para se dedicar à esposa

Depois desse fatídico episódio, Marilyn disse que exigiu seus direitos sobre sua imagem na camiseta. “Fiquei com o lucro dessas camisas. Eles nem contestaram, só disseram: ‘erramos, então toma aqui o dinheiro’. (Justin) foi um m*rda, teve a arrogância de dizer aquilo. Ele era um cara bem pegajoso, dizia ‘yo, bro’ e tocava você quando estava falando. E eu ficava meio: ‘dá um tempo, você bate na minha cintura'”, afirmou.

Por Igor Miranda (@silvercm)

Opiniões, curiosidades, resenhas, listas e sobre todos os tipos de música são o foco desta coluna, comandada por Igor Miranda, jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical. Contato: [email protected]