Foto: Divulgação

Djavan revela que quase se tornou jogador de futebol: ‘minha mãe insistiu na música’

A edição de março da Revista ’29HORAS’, distribuída gratuitamente no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, destaca uma entrevista exclusiva com o cantor Djavan. Com 40 anos de carreira, o cantor lançou recentemente seu mais novo álbum e conta que se diverte muito trabalhando.

Na estrada há quatro décadas e atualmente na mídia com seu novo álbum, ‘Vesúvio’, lançado no final de 2018, Djavan mostra que a “mesmice” realmente não faz parte de seu dossiê. Entre as músicas do CD está ‘Madressilva’, cujo gênero é uma valsa.

“Acho bom fazer esse tipo de coisa ainda. É uma valsa não do século passado, mas de 2018, com harmonização complexa e desafios de que não abro mão. E obedece à minha diversidade”, conta. A partir do dia 22 de março, Djavan deu início à sua turnê para divulgar ‘Vesúvio’. O primeiro show foi em Santos, seguido por Campo Grande (MS), São José do Rio Preto (SP) e Rio de Janeiro.

Apesar de viver no Rio de Janeiro desde a década de 1970, o artista conta que ainda tem um desejo (pra lá de curioso) a ser realizado: ele quer conhecer o metrô carioca. Tudo por conta da rotina, sempre muito agitada e com acúmulos de tarefas.

Além de cantor, Djavan também é poeta, compositor, instrumentista, arranjador e produtor, e auxilia até na cenografia e montagem de figurinos para seus shows. Mas muito se engana quem pensa que ele se sente sobrecarregado: “Faço tudo sem sofrimento. Me divirto muito”, diz.

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Djavan é apaixonado por música desde os primeiros anos de sua vida, mas confessa que quase seguiu outra profissão: a de jogador de futebol. Ele chegou a atuar na equipe juvenil do CSA, time alagoano, mas o amor e o dom para a música se sobressaíram.

Quando tinha 16 anos de idade, ao adotar seu primeiro violão, decidiu concretizar a carreira musical e conta que obteve apoio somente de sua mãe.

“Muita gente queria que eu optasse pelo futebol. Só minha mãe insistia na música”, lembra. O futebol, então, ficou somente como um hobby. “Não pendurei definitivamente as chuteiras. Mas, como trabalho muito, tenho medo de me machucar”, afirma.

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