Filho de Tim Maia relembra morte do pai: ‘dormi um ano no estúdio’

'Quando ele se foi, me vi sozinho no mundo', diz Léo Maia (Ramón Vasconcelos)

‘Quando ele se foi, me vi sozinho no mundo’, diz Léo Maia (Ramón Vasconcelos)

Pedro Bial começou seu programa da última sexta-feira (27) cantando ‘Um Dia de Domingo’, de Tim Maia. Léo Maia, filho do cantor, entrou no palco do Conversa com Bial e seguiu cantando a música.

Esse foi apenas o começo do tributo aos 20 anos da morte de Tim Maia. Léo se emocionou vendo vídeos inéditos do cantor em estúdio, falou sobre a infância e o período logo a pós a perda do pai.

Léo Maia contou que o pai o ensinou o valor do trabalho. “Quando Deus levou ele, fiquei um ano dormindo no estúdio dele. Velando o estúdio dele, eu e os três cachorros”, disse.

“Quando ele se foi, eu me vi sozinho no mundo. De tudo que meu pai construiu na vida, eu herdei só o que me interessava. Fiquei com o violão dele, o contrabaixo, a bateria, os discos que a gente ouvia direto nas madrugadas malucas e os songbooks assinados pelo Almir Chediak”, contou Léo Maia.

Bial comenta que Léo também herdou o timbre e a forma de cantar. “Foi muito esporro! […] O meu pai era muito bravo. Você tinha que ter humildade para ficar ao lado dele e aprender o que ele quisesse ensinar. Era um ensinamento tipo cadeia”, explicou o filho de Tim Maia.

* Por Estadão Conteúdo

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