Hipócrita? Julia Volkova do t.A.t.U diz que não aceitaria filho gay; outra integrante rebate

Na última semana a integrante da dupla t.A.t.U, Julia Volkova causou polêmica e uma baita repercussão negativa com um discurso hipócrita e homofóbico feito durante uma entrevista a um programa de TV russo. A dupla, que também tem como integrante Lena Katina, teve seu auge no início dos anos 2000, quando as duas encenavam viver um romance lésbico.

Ao ser questionada sobre como lidaria se caso tivesse um filho gay, Julia respondeu: “Eu condenaria ele, pois acredito que um homem de verdade deve ser um homem de verdade. Deus criou os homens para procriar. É a natureza. O homem para mim é o apoio, a força… eu não aceitaria um filho gay”, disse.

Já em relação ao sexo feminino, Júlia foi contraditória afirmando que não teria problemas se sua filha fosse lésbica. “Um homem não tem direito de ser uma `bichinha`. Duas garotas juntas não é a mesma coisa que dois homens juntos. Duas lésbicas me parecem esteticamente muito melhor que dois homens se beijando ou andando de mãos dadas”, disparou.

Não satisfeita, a cantora ainda disse não ser contra gays, comparando-os com rótulos sem nenhuma ligação “Acredito que ser gay ainda é melhor do que ser um assassino, ladrão ou drogado. Se você for comparar, ser gay é um pouco melhor do que os outros”, completou dizendo que só quer que seu filho seja um “homem de verdade, não um bicha”.

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Após toda a polêmica, sua dupla, Lena Katina, veio logo a público deixar bem claro que sua postura não é a mesma da colega. Em sua página no Facebook ela escreveu:

“Olá a todos! Eu tenho visto alguns comentários ultimamente relativos a minha posição sobre LGBT e minha religião. Eu posso dizer uma coisa: Deus está nos ensinando a viver apaixonados, a ser tolerantes e a não julgar outras pessoas! E é isso que eu faço! Amor é amor e isso é um sentimento maravilhoso! Eu acho que todo mundo deveria ser livre para amar quem quiser e estar com quem deseja passar o resto de sua vida. Beijos e abraços.”, encerrou.

Por Débora Blezer

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