ONG de proteção aos animais critica Latino pela morte de Twelves

Macaco de Latino morreu atropelado na última terça-feira, 20 (Reprod./Instagram)

Macaco de Latino morreu atropelado na última terça-feira, 20 (Reprod./Instagram)

A Ampara Silvestre, uma organização de proteção aos animais, criticou Latino pela morte do macaco Twelves, que ele mantinha como pet e foi atropelado ao fugir da casa do cantor nesta última terça-feira (20).

Via comunicado, a instituição se posicionou contra a forma como Latino cuidava do macaco. A organização alertou, ainda, que os animais silvestres não podem ser tratados como bichos de estimação.

“Twelves era um macaco prego. Que era vestido como humano, usava coleira, era tratado como uma criança. Seus instintos não eram respeitados, sua liberdade lhe foi tirada, ou melhor, nunca teve direito a ela. Nasceu para ser status”, escreveram em post no Instagram.

“É necessário que as pessoas entendam que independente da condição financeira ou social da pessoa, um animal silvestre nunca vai ter a vida adequada para sua espécie quando em cativeiro. Nada substitui a vida em seu habitat ou muda seus instintos”, continuaram na crítica.

“Já era a segunda fuga do macaco prego, ambas foram na mesma região, local de mata. É evidente que ele sentia a necessidade de um contato maior com a natureza e liberdade. Entendemos o encanto que os animais causam nas pessoas, mas isso não lhes dá o direito de tê-los. Compartilhem informação. Silvestre não é pet! Seu lugar é na natureza e podermos vê-los em seu habitat natural é inigualável”, termina a ONG no seu post.

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Leia abaixo.

Precisamos falar sobre: Twelves, o macaco do cantor Latino Primeiramente gostaríamos de deixar claro que a morte do macaquinho também doeu em nós, mas não podemos deixar de nos posicionar sobre mais uma caso de animal silvestre tratado como pet. Twelves era um macaco prego. Que era vestido como humano, usava coleira, era tratado como uma criança. Seus instintos não eram respeitados, sua liberdade lhe foi tirada, ou melhor, nunca teve direito a ela. Nasceu para ser status. É necessário que as pessoas entendam que independente da condição financeira ou social da pessoa, um animal silvestre nunca vai ter a vida adequada para sua espécie quando em cativeiro. Nada substitui a vida em seu habitat ou muda seus instintos. Já era a segunda fuga do macaco prego, ambas foram na mesma região, local de mata. É evidente que ele sentia a necessidade de um contato maior com a natureza e liberdade. Entendemos o encanto que os animais causam nas pessoas, mas isso não lhes dá o direito de tê-los. Compartilhem informação. Silvestre não é pet! Seu lugar é na natureza e podermos vê-los em seu habitat natural é inigualável. #amparasilvestre #silvestrenaoepet

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* Por Estadão Conteúdo

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