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Origem das acusações de assédio e pedofilia, minissérie sobre R. Kelly chega ao Brasil

Em seis episódios e formato de documentário, a polêmica produção original do canal Lifetime ‘Sobreviver a R. Kelly’ (‘Surviving R. Kelly’) estreia no Brasil, no dia 15 de março, sexta-feira. Após sua exibição nos Estados Unidos, que registrou recorde de audiência e tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, diversas celebridades se posicionaram contra o músico, e até se desculparam por terem colaborado com o artista, caso de Lady Gaga, Celine Dion, John Legend, Chance the Rapper e da banda Phoenix, entre muitos outros.

‘Sobreviver a R. Kelly’ conta tudo sobre o escândalo que envolve um dos mais celebrados e controversos cantores de R&B de todos os tempos, e que hoje está em todos os portais de notícias devido às sérias acusações de abuso sexual e conduta inapropriada com garotas menores de idade. A minissérie do Lifetime dá voz a dez vítimas e revela segredos que o público ainda não conhece.

R. Kelly, que há alguns dias esteve na cadeia e saiu graças a uma fiança milionária, enfrenta fortes acusações e o questionamento permanente de quem um dia colaborou com ele ou o admirou como artista. Por meio do Lifetime, pela primeira vez, as vítimas e mulheres do círculo íntimo de R. Kelly ganham voz e compartilham suas histórias.

Março é o Mês da Mulher, e o Lifetime compartilha com sua audiência os depoimentos destas valentes vítimas na minissérie ‘Sobreviver a R. Kelly’, e as celebra por sua integridade ao estarem prontas para contar a todos sua verdade e revelar segredos da vida do artista.

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Os depoimentos trazem novas acusações a respeito dos abusos sexuais, psicológicos e físicos de R. Kelly. Foram registrados dez casos de vítimas, por meio de 52 entrevistas, entre elas, com a ativista de direitos civis Tarana Burke, e com os músicos John Legend e Sparkle.

Também participam a apresentadora Wendy Williams, a ex-esposa do cantor, Andrea Kelly, sua ex-noiva Kitti Jones, seus irmãos Cary e Bruce Kelly, bem como outras pessoas que foram próximas a ele e que têm o firme propósito de revelar seu polêmico passado, desde os anos 1970.

‘Sobreviver a R. Kelly’ tem produção executiva da cineasta, crítica cultural e ativista Dream Hampton, Tamara Simmons, Joel Karlsberg e Jesse Daniels, para a Kreativ Inc, em parceria com Bunim/Murray Productions (BMP), e Brie Miranda Byant, do Lifetime.

A série reforça o compromisso do Lifetime em oferecer uma plataforma para dar voz às mulheres vítimas, conscientizar e buscar uma solução à problemática dos casos de abuso e assédio.

A minissérie se transformou em um sucesso de audiência do Lifetime: durante sua estreia nos Estados Unidos, foi vista por 1,9 milhões de telespectadores, e registrou o maior desempenho de uma atração do canal em dois anos, na audiência-chave, que inclui adultos de 25-34 anos (1,2 milhões), adultos 18-49 (1,1 milhão), mulheres 25-54 (837 mil) e mulheres 18-49 (767 mil).

De acordo com a medição do Nielsen Media Research, ‘Sobreviver a R, Kelly’ teve os melhores resultados de uma série sem roteiro nos últimos três anos, em todo seu público-alvo. Em sua última hora de transmissão, a minissérie também mostrou um crescimento impressionante em audiência total (+ 18%).

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‘Sobreviver a R. Kelly’ também dominou as redes sociais, alcançando o programa #1 com mais atividades durante sua estreia em sinal aberto e na TV a cabo, no dia 3 de janeiro deste ano, segundo a Nielsen Social Content Ratings.

A minissérie alcançou um total de 743 mil interações no Facebook, Instagram e Twitter, o que se tornou a maior repercussão em mídias sociais de uma estreia na história do Lifetime.

O Lifetime exibe os seis episódios da série de 15 a 17 de março, sexta a domingo.

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