Foto: divulgação

Por ser contra Bolsonaro, Marcelo D2 revela que recebe muitas ameaças de morte

Sem nenhum medo de se envolver em polêmicas, o rapper Marcelo D2 não se preocupa com a opinião alheia. Após a última campanha eleitoral para o cargo de Presidente do Brasil, o cantor acabou se tornando um digital influencer que utiliza suas redes sociais para falar de política.

Seu posicionamento é claro e declarado: foi contra a campanha de Jair Bolsonaro e continua sendo de oposição a ele no governo. Ele conta com mais de 900 mil seguidores no Twitter e, diariamente, se envolve em embates e discussões sobre o presidente – ou até mesmo com o próprio, que também é usuário assíduo da rede social.

“Eu realmente queria participar um pouco mais ativamente do momento político do País, sabe? Acho que estamos caminhando por lugares perigosos. Nunca votei no Lula, mas em 2006 lhe escrevi uma carta cobrando ele sobre seu papel e acho que o meu papel como artista, o lugar onde eu mais me sinto bem, é esse: o da mobilização social para fazer arte. E a internet é boa pra isso”, contou o rapper em uma entrevista recente ao blog de Sonia Racy, do Estadão.

Por esses motivos, ele afirma que sofre entre 3 e 4 ameaças de morte por semana. Mesmo assim, não se deixa intimidar: “Eu não tenho medo. Vou citar o Marcelo Yuka: ‘paz sem voz não é paz, é medo'”.

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“Vamos ter que lidar com uma onda ‘reaça’ que vai tentar desfazer os professores, intelectuais, os artistas – todo mundo que tem alguma cabeça pensante e que possa dizer o quanto é absurdo o que está acontecendo”, completa ele.

Confira um momento que repercutiu bastante na época, quando Jair Bolsonaro, ainda candidato, usou sua rede social para provocar o rapper e eles engataram uma discussão:

Marcelo D2 faz postagem polêmica sobre Bolsonaro e é acusado de racismo no Twitter

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