Taylor Swift é acusada de racismo em novo clipe

Vídeo estaria fazendo sugestão ao'colonialismo branco' (Divulgação)

Vídeo estaria fazendo sugestão ao ‘colonialismo branco’ (Divulgação)

O novo clipe de Taylor Swift repercute não apenas por ser novidade: a cantora é acusada de racismo e colonialismo branco pela abordagem de “Wildest Dreams”.

A popstar aparece morena no vídeo, que tenta remontar a época considerada “clássica” dos filmes de Hollywood, com alusões a “Uma aventura na África”, de 1951. O clima do clipe, dirigido por Joseph Kahn e gravado em um país não revelado do continente africano, é de romance.

Alguns jornalistas americanos apontam que a produção é racista por ter apenas atores brancos participando do vídeo, incluindo Scott Eastwood, filho do cineasta Clint Eastwood. “A abordagem do vídeo com brancos se amando em uma terra destruída pela violência colonial não só, logicamente, foge da história, como também perpetua mitos que outras pessoas da diáspora africana tentam dissipar há anos”, afirma uma publicação do site Mic.

O site Daily Dot, por sua vez, pontua que não é necessário recriar todos os aspectos da velha guarda de Hollywood, incluindo o racismo. Já a revista Fader destaca que não há nenhum negro à vista no clipe. A página Huffington Post diz que Taylor Swift foi ousada, negativamente, ao deixar de se apropriar culturalmente da ocasião e apenas reproduzir os preconceitos existentes em décadas passadas. Até o momento, Taylor não se pronunciou sober a polêmica.

Veja também:
Faturamento de Taylor Swift é revelado: saiba quanto custa cada show

Por Igor Miranda

Compartilhar