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Por que o Black Eyed Peas seguiu sem Fergie – e por que ela saiu

O Black Eyed Peas é um dos grupos de maior sucesso em todo o mundo, com inúmeros hits que emplacaram no topo das paradas de diversos países, como ‘My Humps’, ‘I Gotta Feeling’ e ‘Where Is the Love?’ – entre vários outros.

Em 2019, a banda pisa novamente em solo brasileiro para participar do festival Rock in Rio. Desta vez, no entanto, eles voltam com nova formação e oficialmente sem Fergie nos vocais: o grupo conta com Will.I.Am, Apl.de.ap e Taboo, além de Jessica Reynoso.

Verdade seja dita: apesar de ser um fenômeno de sucesso, a história do Black Eyed Peas é recheada de idas e voltas e informações desencontradas.

Apesar de ter sido formado na cidade americana de Los Angeles, em 1995, o grupo só alcançou renome internacional com a chegada de Fergie. Ela se juntou ao conjunto, também formado pelos fundadores Will.I.Am, Apl.de.ap e Taboo, em 2002.

O terceiro álbum do grupo, ‘Elephunk’, foi lançado em 2003 já com a presença da vocalista e alçou o Black Eyed Peas ao sucesso. Desde então, a banda já vendeu mais de 75 milhões de discos e figura entre os artistas mais vendidos do século 21.

Também foi a chegada de Fergie que levou o grupo a transformar-se musicalmente. Antes um grupo de hip hop alternativo, eles passaram a apresentar uma sonoridade mais voltada para o pop e para o dance nos novos trabalhos.

Além de ‘Elephunk’, outros três álbuns de estúdio foram lançados com Fergie: ‘Monkey Business’ (2005), ‘The E.N.D.’ (2009) e ‘The Beginning’ (2010).

A parceria entre Black Eyed Peas e Fergie foi encerrada, oficialmente, em 2018. E em outubro do ano em questão, após um hiato de 8 anos sem novos trabalhos, o grupo lançou ‘Masters Of The Sun Vol. 1’, o primeiro sem a presença da cantora desde ‘Elephunk’.

Para compensar a ausência da vocalista, tão querida pelos fãs, as cantoras Nicole Scherzinger e CL fazem participações especiais, entre outros nomes convidados. O disco é o sétimo álbum de estúdio do grupo, sucedendo ‘The Beginning’, de 2010. Nos palcos, a cantora Jessica Reynoso, que venceu uma edição do ‘The Voice’ das Filipinas, substitui Fergie.

Por que Fergie saiu do Black Eyed Peas

Desde 2011, Fergie “está saindo do Black Eyed Peas” – pelo menos uma vez a cada seis meses, essa notícia sempre ganhou as manchetes dos veículos especializados em todo o mundo. Nunca foi mentira.

A verdade é que o grupo sempre gostou de ter seus projetos paralelos e, por diversas vezes, se dissolveram temporariamente para se dedicarem a outros trabalhos. Fergie chegou a se afastar por mais tempo, para cuidar da família e, depois, lançar trabalhos em carreira solo.

Os próprios integrantes da banda viviam dando declarações controversas e se contradizendo em entrevistas com relação à presença de Fergie. Às vezes, confirmavam a saída da vocalista. Por outras, voltavam atrás e negavam tudo.

O fato é que, desde 2018, a coisa foi oficializada e desta vez, pelo menos por enquanto, Fergie realmente não é mais uma integrante da banda. Ela não se apresenta ao lado dos colegas e não participou das gravações do álbum mais recente, o ‘Masters Of The Sun Vol. 1’.

Em outros trabalhos de anos recentes, como a música ‘Awesome’ de 2015 e a nova versão de ‘Where Is The Love?’ em 2016, a cantora também não registrou nenhuma gravação. Isso mostra que o Black Eyed Peas estava disposto a continuar mesmo sem uma de suas integrantes.

Depois de muito tempo de especulações e de assessores de imprensa desmentindo as informações, o rapper Will.I.Am decidiu encerrar a conversa confirmando que a cantora já não fazia mais parte da banda. Ela já estava afastada há alguns anos, desde que começou a focar em seu segundo álbum em carreira solo, o ‘Double Dutchess’, lançado em setembro de 2017 (11 anos após o lançamento do primeiro, ‘The Dutchess’).

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