Fotos: Reprodução/Instagram

Como a Pink consegue fazer tantas acrobacias no palco?

Ela já venceu inúmeras premiações importantes na indústria fonográfica e está sempre no topo das paradas com suas canções: a cantora Pink é um fenômeno de audiência desde que estreou seu primeiro álbum solo, em 2000, ‘Can’t Take Me Home’. Tendo vendido mais de 90 milhões de cópias ao redor de todo o mundo, Pink é uma das artistas mais influentes da atualidade.

Em maio deste ano, durante uma apresentação nos Estados Unidos, Pink foi presenteada com uma bandeira do Brasil. Empolgada com o presente, ela prometeu: “Um dia eu vou chegar lá… Um dia!”. A promessa não foi em vão e nem demorou muito tempo, visto que a cantora foi anunciada como uma das atrações do dia do pop do Rock in Rio 2019.

Para muito além de seus hits e de sua potente voz, Pink é conhecida pelas acrobacias aéreas das mais variadas que realiza durante seus shows. Nas turnês, ela voa pelos palcos e arrecada elogios da crítica especializada e dos fãs que assistem às apresentações.

Há muitos anos, Pink incorporou as performances acrobáticas em seus shows e, desde então, vem deixando o público cada vez de queixo mais caído. Geralmente trabalhando com a técnica conhecida como ‘Tecido’, ela mostra que, apesar de já ter seus 40 anos de idade, seu corpo esbanja flexibilidade e resistência.

Apesar de toda a sua experiência, em uma apresentação na Alemanha no ano de 2010, Pink acabou escorregando e se machucou durante uma apresentação. Na ocasião, ela foi levada para um hospital para averiguações, mas foi constatado que ela teve apenas pequenas escoriações.

Pink e as acrobacias

O primeiro sonho de uma pequena Pink, bem antes de pensar em cantar profissionalmente, foi o de se tornar uma ginasta olímpica. No entanto conhecido “jeitinho estourado” acabou a tirando desse caminho.

“Eu fui expulsa das aulas de ginástica quando tinha 12 anos de idade. Eu era muito… Eu era bastante competitiva. Eu não aplaudiria se não ficasse em primeiro lugar”, contou ela em uma entrevista em 2012.

Ela foi acusada de ter uma atitude que não combinava com o time e pensou: “Que se exploda! Tô fora! Vou ser uma estrela do rock ao invés disso”.

Em outras ocasiões, Pink explicou de onde surgiu a ideia de incorporar as piruetas em seus shows: ela assistiu a um show da diva pop Cher que contava com acrobatas no palco. “Por que os cantores não fazem isso? Por que apenas os dançarinos podem ficar com toda a diversão?”, ela questionou.

Foi então que ela procurou ninguém menos que uma das acrobatas da própria Cher e a contratou para que a ajudasse a adicionar tais performances ao show. Além de treinamento intensivo que se iniciou na infância, a principal dúvida que fica é: como Pink consegue cantar durante as acrobacias?

A resposta está na inesperada fala da própria treinadora, que disse a ela no primeiro contato: “Tudo bem! Primeiro começaremos no ‘trepa-trepa’. Então você vai ficar de cabeça pra baixo e eu vou esmurrar a sua barriga enquanto você canta. Por que essa é a sensação que você sentirá quando estiver cantando e praticando acrobacias. Se você conseguir aguentar isso, eu começo a te ensinar as manobras”.

O método inusitado parece ter dado certo e, no que depender de Pink, ela pretende permanecer com suas acrobacias durante muito tempo. Ela se enxerga em uma saia de bailarina, aos 69 anos, na cidade de Las Vegas.

“Rodando no ar. Não sei se vai ser bonito de se ver, mas vai ser bem divertido. Talvez vai ser tudo bem devagar, flutuando em alguma coisa”, disse ela aos risos.

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