Fotos: Reprodução/Instagram

Idosa vista em documentário de Anitta processa cantora e Netflix

Maria Ilza de Azevedo, a fã idosa de Anitta que apareceu em um dos episódios do documentário da cantora na Netflix, decidiu processar a artista e o serviço de streaming. As informações são da coluna de Fábia Oliveira, do jornal ‘O Dia’.

A coluna teve acesso aos autos do processo. Nele, os advogados de Maria Ilza afirmam que a cliente apenas soube que teve sua imagem veiculada em ‘Anitta – Made in Honorio’, série documental exibida pela Netflix,  ao receber ligações de parentes e vizinhos quando estava internada no CTI de um hospital por conta da Covid-19.

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Os advogados da idosa alegam que, em muitas ligações, ela foi zombada por sua aparição e alguns até questionaram sua sanidade mental. A defesa ainda disse que outras pessoas internadas no mesmo local passaram a ridicularizar a cliente em um momento que ela precisava de calma e serenidade.

Outro ponto citado pelos advogados de Maria Ilza é que, no episódio em que a cliente aparece, as imagens dão a entender que a idosa entrou na mansão de Anitta como uma intrusa, o que criou uma situação de “caráter jocoso”.

“Autora vira o motivo da indignação e o quadro do qual ela aparece passa a ter grande importância no documentário, dando a entender que sua entrada na casa, devidamente autorizada, foi uma ingrata surpresa – um erro – do qual a Autora aproveitou-se para burlar regras, de forma clandestina, tanto é que esta chega a discutir com seus funcionários. Neste momento, a Autora é transformada em uma ‘cara de pau’ que conseguiu entrar na casa da famosa Anitta, passando a ser achincalhada pelo mundo a fora, tendo em vista que Anitta é uma ‘estrela global'”, diz um trecho do processo.

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A coluna disse que o processo foi ajuizado em um plantão noturno no dia 18 de dezembro de 2020, época em que a Justiça estava de recesso. O juiz de plantão decidiu, em liminar, que a ação da idosa não tinha caráter urgente.

No dia seguinte, o mesmo juiz negou o pedido de retirada do documentário do ar. Na véspera de Natal (24/12), os advogados da idosa desistiram da ação por conta de “um erro material na qualificação da autora, pois seu endereço encontra-se localizado na cidade de Macaé”. No entanto, o processo ainda não foi extinto.

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