‘Michael Jackson disse que sou o novo rei do pop’, diz Aaron Carter

Aaron Carter e Michael Jackson, no início dos anos 2000 (Divulgação)

Aaron Carter, o irmão mais novo de Nick Carter (Backstreet Boys), anda sumido. Ele, que também tem carreira como cantor, resolveu reaparecer – e já com polêmica.

Pelo Twitter, Aaron Carter afirmou que é o substituto natural do falecido Michael Jackson na música. As palavras teriam sido ditas pelo próprio Rei do Pop, que, segundo Aaron, lhe “passou a tocha”.

Tudo começou quando Aaron Carter reclamou de alguns seguidores na mídia social, que estavam tirando sarro do fato de ele estar magro. “Isso me lembra a época de colegial. Sim, estou magro agora. Andei estressado e passando por algumas m*rdas e senti que precisava me explicar porque há muitas pessoas me perguntando sobre minha forma física”, afirmou.

Depois do desabafo, o irmão de Nick Carter disse que o Rei do Pop afirmou que ele seria “o próximo Michael Jackson”. “Lembrem-se: Michael passou a tocha para mim. Não pedi que ele fizesse isso. Ele se comparou a mim. Conhecia Michael muito bem e passei muito tempo com ele. Então, apenas parem”, tweetou.

A reação, obviamente, foi negativa. Aaron Carter não lança material novo desde 2002 e nunca foi considerado um novo Michael Jackson por ninguém, seja fãs ou crítica especializada. Com isso, o irmão de Nick Carter também reclamou dos internautas que o questionaram. “É triste ver que todas esses supostos fãs de Michael, que nunca o conheceram, falem dessa forma e coloquem as pessoas para baixo. Vocês não entendem sobre o que se tratava Michael Jackson? Amor, alegria… ele me convidou para cantar com ele, com Luther Vandross e Beyoncé”, afirmou.

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Atualmente com 27 anos, Aaron Carter fez sucesso quando ainda era uma criança, entre 1997 e 2002. No ano passado, ele anunciou que estaria de volta à música e lançou um single com Pat SoLo, intitulado “Ooh Wee”. Aaron trabalha para lançar, entre o fim deste ano e o início do próximo, um novo álbum de inéditas. Seria o primeiro desde “Another Earthquake” (2002).

Por Igor Miranda