Foto: Divulgação

Nando Reis é acusado de dar ‘chilique’ por poltrona em avião e se defende

O cantor Nando Reis se envolveu em uma polêmica na tarde desta sexta-feira (8). De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal ‘O Dia’, ele teria dado o maior “chilique” durante um voo que voltava da cidade de Lisboa, em Portugal, para São Paulo. O motivo seria a poltrona que ele foi posicionado dentro do avião.

A colunista relatou que o músico se indignou e discutiu com a tripulação quando descobriu que seu assento não contava com janela ao lado. Em algumas aeronaves, esse tipo de poltrona é comum em um trecho do avião.

Supostamente, Nando Reis teria tratado a equipe com rispidez e só se acalmou quando um casal se ofereceu para trocar de lugar com ele. Mesmo assim, teria passado todo o resto do voo de cara fechada e sem se comunicar com mais ninguém.

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Utilizando sua conta do Facebook, Nando Reis se pronunciou sobre o assunto e se defendeu das acusações. Ele garante que não foi grosseiro com ninguém e diz que a colunista o caluniou na internet.

“Não fui ríspido, nem deixei de falar com a tripulação durante o voo (como foi caluniosamente noticiado). Inclusive tirei fotos com as comissárias que gostavam do meu trabalho”, relatou ele, que aproveitou a oportunidade para agradecer novamente ao casal que trocou de lugar.

Veja a publicação original e o texto completo de Nando Reis relatando a sua versão da história:

“Ontem tive mais um problema com a LATAM Airlines.
Dirigindo-me ao meu assento 4L na classe executiva, para voar as 10 horas e 20 minutos que separam Lisboa de São Paulo, tive a surpresa de ver que AO LADO DA POLTRONA não havia janela. Quando compro a passagem, sempre reservo a janela, pois tenho fobia de não ver o exterior. Cabe dizer que se paga um soma considerável por um assento na classe executiva.
Tenho tido sucessivos problemas com a LATAM nos voos domésticos, que devido a minha profissão utilizo TODA SEMANA. Sendo assim, compro meus bilhetes com muita antecedência.
No episódio de ontem, fui reclamar com a comissária de bordo que disse que não podia fazer nada. Chamou um outro funcionário que repetiu O MESMO. Diferentemente do que foi noticiado por uma colunista (que aparentemente não estava presente), não dei nenhum “piti” – simplesmente reclamei e expus meu ponto de vista. Não fui ríspido, nem deixei de falar com a tripulação DURANTE O VOO (como foi caluniosamente noticiado). Inclusive tirei fotos com as comissárias que gostavam do meu trabalho. Parece que reclamar pelos seus direitos deixou de ser algo compreensível. Me recuso a aceitar a decadência e a desatenção de quem presta um serviço que é cobrado.
Agradeço aqui, mais uma vez, ao casal que gentilmente trocou de lugar comigo. E presto o esclarecimento para corrigir a nota sensacionalista e desinformada da jornalista que parece gostar de distorcer os fatos para alimentar sua coluna de fofocas. E ainda aguardo a resposta da LATAM que não responde os e-mails que meu escritório enviou sobre os problemas que eu, assim como todos os passageiros, enfrentamos ao usar os serviços dessa companhia.”

 

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