Foto: reprodução / YouTube

YouTube impõe restrição de idade a clipe de Pabllo Vittar e Psirico; artista reclama

O YouTube aplicou uma restrição para assistir ao clipe de ‘Parabéns’, de Pabllo Vittar e Psirico. Agora, a plataforma de vídeos pede que os internautas se identifiquem e confirmem ser maiores de idade para visualizar a produção, lançada em outubro de 2019.

“Faça login para confirmar sua idade. Este vídeo pode ser impróprio para alguns usuários”, diz a mensagem que aparece para internautas que não estejam identificados no YouTube e tentam assistir ao videoclipe de ‘Parabéns’.

A razão para a restrição aplicada a este clipe não foi explicada pelo YouTube. Porém, sabe-se que a plataforma impõe este aviso para todos os vídeos que, conforme curadoria da empresa, apresentem conteúdo impróprio para menores de idade, como cenas de sexo, uso de drogas e presença de expressões de baixo calão.

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O vídeo de ‘Parabéns’ traz Pabllo Vittar em um traje sensual, composto de transparências, e consumo de bebida alcoólica. Os segundos finais do clipe passaram a apresentar, inclusive, um aviso com os dizeres “se beber, não dirija”, imposto pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

A situação motivou críticas de Pabllo Vittar à plataforma de vídeos. “Não tem nada no clipe de ‘Parabéns’ que não tenha na maioria dos outros clipes. Isso é tão injusto. Quer por restrições, coloque em todos os outros então. Mas que saco! Continuem assistindo o clipe no YouTube e nas plataformas, vittarlovers”, afirmou a artista.

Em seguida, Pabllo lançou uma campanha para os fãs na internet. “Postem seus vídeos dançando ‘Parabéns’ nesse post! #ParabensChallenge”, publicou.

Nos Stories de Instagram, Pabllo Vittar reforçou a explicação. “Recebemos uma restrição de idade no clipe de ‘Parabéns’ porque estou segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem dizendo ‘beba com moderação’. Mesmo assim, restringiram. […] A gente sabe que tem vários outros clipes muito mais nocivos, com conteúdos muito mais explícitos, e não são restritos, mas atacam a drag queen a torto e a direito”, afirmou.

Diversos fãs se manifestaram contra a medida do YouTube, que está prestes a atingir 50 milhões de visualizações, e pediram que outros vídeos de artistas diferentes também sofram da mesma penalidade. A restrição pode atrasar os planos da artista em conquistar a marca.

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Igor Miranda é jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical.

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