15 músicas do Nirvana para celebrar os 54 anos de Kurt Cobain

Kurt Donald Cobain, o eterno frontman do Nirvana, completaria 54 anos neste sábado: ele nasceu em 20 de fevereiro de 1967.

A curta carreira de Cobain, infelizmente, foi interrompida de forma brusca. O músico cometeu suicídio ao atirar com uma espingarda na própria cabeça, no dia 5 de abril de 1994. Ele tinha apenas 27 anos.

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Apesar disso, o legado do porta-voz de uma geração permanece intacto. Selecionamos, abaixo, 15 músicas do Nirvana para celebrar os 54 anos de Kurt Cobain.

‘About A Girl’ (‘Bleach’, 1989)

Um punk rock melódico e divertido. Kurt Cobain era um bom compositor, sem dúvidas. A música foi composta enquanto o próprio tentava desvendar dotes de composição mais orientados ao pop. Ganhou boa versão no Unplugged.

‘Negative Creep’ (‘Bleach’, 1989)

O hino de muitos degenerados que se identificaram com a figura de Cobain. Justamente pela letra falar dele próprio.

‘Smells Like Teen Spirit’ (‘Nevermind’, 1991)

Com autoria creditada para os três músicos do grupo, essa canção redefiniu o rock e impôs padrões que foram seguidos durante a década de 1990.

‘In Bloom’ (‘Nevermind’, 1991)

Alternando entre momentos de insanidade e calmaria, a canção tem um show particular de Dave Grohl na bateria.

‘Come As You Are’ (‘Nevermind’, 1991)

O riff que todo guitarrista iniciante aprende. Curiosamente, tem um dos solos mais longos de Cobain na guitarra.

‘Lithium’ (‘Nevermind’, 1991)

Entre ironias e verdades, a letra dessa música é ótima – e conta com uma referência discreta a Karl Marx. Novamente, a banda alterna entre momentos calmos e pesados.

‘Polly’ (‘Nevermind’, 1991)

Tão calma e tranquila, a canção fala de um tema bem mais pesado: tortura e estupro, segundo Krist Novoselic, em entrevista à VH1.

‘Something In The Way’ (‘Nevermind’, 1991)

O rumor de que essa canção havia sido escrita enquanto Kurt Cobain era um sem-teto foi desmentido. Curiosamente, o próprio Cobain propagou esse rumor. Mas o clima da música traz bem a perspectiva apresentada no boato do líder do grupo.

‘Aneurysm’ (‘Hormoaning’ EP, 1992)

Um desperdício de canção, pois poderia estar tranquilamente no ‘Nevermind’. Mas não coube. Se ‘Nevermind’ fosse um disco duplo, aliás, ninguém reclamaria.

‘Sliver’ (‘Incesticide’, 1992)

Quem disse que o Nirvana é só depressão? Essa canção, escrita sob demanda para ser um single, é pra lá de divertida.

‘Serve The Servants’ (‘In Utero’, 1993)

Aabertura do último disco de estúdio do Nirvana tem peso e coesão. Rock’n’roll de peso.

‘Heart-Shaped Box’ (‘In Utero’, 1993)

O carro-chefe do último disco do grupo. A faixa tem uma boa construção melódica e bons vocais de Cobain.

‘Rape Me’ (‘In Utero’, 1993)

Amúsica que o Nirvana tocaria na cerimônia do MTV Video Music Awards de 1992, mas foi deixada de lado pela letra pesada. A faixa é claramente anti-estupro, mas alguns idiotas não conseguem perceber.

‘All Apologies’ (‘In Utero’, 1993)

Essa canção ganhou nova vida no Unplugged. Fantástica melodia. Kurt Cobain era um compositor formidável.

‘You Know You’re Right’ (‘Nirvana’, 2002)

A única faixa inédita da coletânea de 2002. Resume bem a perspectiva musical do Nirvana. Desde os momentos calmos aos mais agressivos.

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*O texto não reflete, necessariamente, a opinião do Revista Cifras.

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