Foto: divulgação

Polícia pode abrir investigação para apurar se James Brown foi assassinado

Uma ex-artista de circo chamada Jacque Hollander pode estar prestes a conseguir com que a polícia americana investigue a morte do canotr James Brown. O cantor faleceu no Natal de 2006, aos 73 anos, tendo insuficiência cardíaca como causa oficial, em decorrência de complicações causadas por uma pneumonia. Porém, há algum tempo, Jacque Hollander chama atenção da mídia e dos fãs para uma hipótese: segundo ela, James Brown foi assassinado.

De acordo com o site ‘TMZ’, Jacque Hollander teve um encontro com o procurador Paul Howard, do distrito de Fulton, em Missouri, nos Estados Unidos. Ela teria deixado com Howard uma série de materiais que seriam evidências de que James Brown foi assassinado, supostamente.

Ao site, o procurador disse que analisará as supostas evidências e terá autoridades trabalhando em entrevistas com a ex-artista de circo. Com isso, uma investigação pode ser aberta para descobrir se James Brown foi assassinado ou não.

Jacque Hollander trabalhou com James Brown, como compositora, na década de 1980. Ela afirma ter sido estuprada por Brown em 1988 e, apesar de nunca tê-lo denunciado, tem acumulado evidências ligadas a ele desde então.

James Brown foi assassinado? A reportagem da CNN

A emissora de TV americana CNN fez, no início de 2019, uma reportagem sobre o tema. Os jornalistas ouviram Jacque Hollander e outras mais de 130 pessoas, além de analisarem registros policiais e jurídicos. Foi descoberto que não foi realizada autópsia do corpo de James Brown.

O médico Marvin Crawford, que assinou o atestado de óbito de James Brown, apresentou desconfiança sobre o falecimento. “Ele mudou rápido demais. Era um paciente que eu jamais iria prever com esse quadro. Ele morreu naquela noite e eu perguntei: ‘o que houve de errado?'”, afirmou. Crawford revelou, ainda, que uma enfermeira encontrou restos de drogas em um tubo de respiração do artista, o que levanta a suspeita de que ele teria sido intoxicado e, consequentemente, assassinado.

Pelo menos 11 pessoas já pediram uma nova apuração policial sobre o caso, incluindo LaRhonda Pettit, filha de Brown que o cantor nunca reconheceu – e que também faleceu anos depois.

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Igor Miranda é jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical.

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