Fotos: Reprodução/Redes Sociais

Mamonas Assassinas: eterna ‘namorada do Dinho’ ainda mora no local do acidente

Recentemente, completaram-se 26 anos do trágico acidente aéreo que levou os integrantes da banda Mamonas Assassinas à morte.

No dia 2 de março de 1996, o jatinho em que eles estavam chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, colocando fim à vida e à carreira de sucesso que estavam experimentando.

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Quando a tragédia aconteceu, o vocalista Dinho namorava a jovem de 22 anos Valéria Zoppello, com quem tinha o sonho de se casar, ter filhos e dividir a vida. Contudo, o acidente mudou os rumos da história deles e a morte do cantor e de seus companheiros de banda causou enorme comoção em todo o Brasil.

Hoje, 26 anos depois da partida de Dinho, Valéria Zoppello tem 48 anos e ainda vive próximo ao local do acidente, na região da Serra da Cantareira.

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Ao longo da vida, ela foi atriz, modelo e até piloto de automobilismo. Hoje, atua como fotógrafa. Valéria nunca se casou nem teve filhos. Viveu um tempo na Itália, mas voltou para o Brasil e sofre até hoje com a morte do homem por quem era apaixonada mais de duas décadas atrás.

Zoppello publicou uma série de fotos antigas tiradas com o eterno namorado. 26 anos de saudades. Amor Eterno. LUZ e Amor“, escreveu ela na legenda.

Confira a postagem de Valéria Zoppello no Instagram:

Dinho e Valéria tiveram um namoro curto, mas muito intenso. Eles se conheceram, se apaixonaram e, com 32 dias de namoro, ele a pediu em casamento. Depois de dois meses, o vocalista dos Mamonas Assassinas foi morar na casa dos pais dela.

Eles namoraram durante 8 meses. Ela o acompanhava em vários compromissos com a banda, que vivia seu auge no país. Porém, a relação teve fim com o acidente aéreo que aconteceu naquele sábado.

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Conforme Valéria já afirmou em diferentes entrevistas, ela continuou amando Dinho. “Nossa vida já estava traçada: casar no fim deste ano, acompanhar o grupo na próxima turnê e ter um filho“, contou ela à ‘Folha de S. Paulo’ em 1996, um mês após a morte do namorado.

Quando completou 20 anos da morte dos Mamonas, Valéria Zoppello comentou os rumos que sua vida levou depois da tragédia.

“Minha vida sempre foi tão dinâmica que não coube ter filhos e agora passou do tempo. Mas isso não me incomoda, é uma opção, disse, em entrevista à revista ‘Veja’ no ano de 2016.

Mesmo tanto tempo depois, a ex-namorada de Dinho ainda mantém contato com a família do cantor. Em 2021, ela publicou uma foto com os pais dele, Hildebrando e Célia, sua irmã, Grace, e sua sobrinha, Alecssandra.É família e vai ser para sempre, disse ela na ocasião.

O sucesso dos Mamonas Assassinas era tanto que, na época do acidente, ela chegava a receber 50 cartas escritas por fãs da banda por dia. “É uma história triste, uma tragédia. Até eu morrer, se não perder a memória, vou lembrar disso”, disse Valéria, também em 2016.

No mês em que o namorado morreu, Valéria chegou a declarar em entrevista que nunca mais amaria alguém como amava Dinho. Amar como a gente se amou, só uma vez na vida. São laços eternos. Posso até me apaixonar de novo, mas a pessoa que estiver comigo vai ter que aceitar o Dinho também comigo”. 

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Veja uma foto de Valéria com a família de Dinho:

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O acidente que matou os Mamonas Assassinas

Foto: Divulgação

Alecsander Alves (o Dinho), Bento Hinoto, Samuel Reoli, Sérgio Reoli e Júlio Rasec estavam no auge quando uma tragédia pôs fim precoce ao grupo que fez o Brasil cantar sucessos divertidos como ‘Pelados em Santos‘, ‘Vira-Vira’ e ‘Robocob Gay’.

Na noite daquele sábado, os Mamonas Assassinas voltavam para Guarulhos (São Paulo) de um show em Brasília (Distrito Federal), quando o jatinho em que estavam chocou-se contra a Serra da Cantareira.

O acidente matou todos a bordo: os integrantes do grupo (com idades entre 22 e 28 anos), piloto e copiloto, além de dois funcionários da banda, o segurança e o roadie – que, inclusive, era primo de Dinho.

A causa teria sido uma manobra errada feita pelo piloto, Jorge Germano Martins, mas muitos detalhes permeiam o caso da morte do grupo, incluindo as condições meteorológicas. Leia mais:

Morte dos Mamonas Assassinas: entenda as causas do acidente aéreo

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