Foto: reprodução / Instagram

Eduardo Costa se explica após dizer que Brumadinho ‘cheira corpo e morte’

Eduardo Costa polemizou, na última semana, ao falar que a cidade de Brumadinho (MG), onde o rompimento de uma barragem de rejeitos matou mais de 250 pessoas, cheira “corpo” e “morte”. A declaração gerou tanta controvérsia que até a prefeitura local havia se manifestado.

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O cantor havia falado sobre a cidade após ter revelado que pretendia fazer uma live com show por lá, só que ainda não havia local exato definido. “Como a cidade foi devastada, é difícil um lugar em Brumadinho para se fazer qualquer tipo de evento. Aquele lugar cheira corpo, morte. Só quem passa lá que vê”, disse, na ocasião.

A prefeitura de Brumadinho divulgou uma nota para repudiar a fala do cantor. Os governantes, porém, deixam claro que Costa admira a cidade: “queremos crer que o cantor, talvez por falta de informação sobre a real situação do município, tenha cometido um equívoco que possa e precisa ser reparado”.

Diante disso, Eduardo Costa buscou se retratar e explicar o motivo de sua declaração. “Quando falei que tinha cheiro de morte, quis dizer que ainda há corpos espalhados por aquele lugar. Tem 12 corpos desaparecidos. Ficamos tristes por saber que famílias ainda choram pelos mortos”, disse ele, que definiu Brumadinho como “uma das cidades mais bonitas que existe”.

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O artista destacou que se sente morador de Brumadinho, já que visita a cidade frequentemente e tem parentes que residem por lá. “Não é porque as pessoas criticam que vou deixar de fazer minha live em Brumadinho. Vou fazer sim. Não estou fazendo para agradar ninguém, quero agradar minha cidade. Sou um cara de Brumadinho”, declarou.

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Ocorrido em 25 de janeiro de 2019, o rompimento da barragem em Brumadinho foi o maior acidente de trabalho da história do Brasil. Foi, ainda, o segundo maior desastre industrial do século.

A barragem da Mina Córrego do Feijão era controlada pela Vale S.A. e acumulava rejeitos de uma mina de ferro na região de Córrego do Feijão. Morreram, ao todo, 259 pessoas, além de outras 11 seguirem desaparecidas. O Corpo de Bombeiros procura, até hoje, os corpos daqueles que não foram localizados.

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Igor Miranda é jornalista que escreve sobre música desde 2007 e com experiência na área cultural/musical.

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