Fotos: Reprodução/Instagram

Aaron Carter revela por que Michael Jackson gostava tanto de estar com crianças

Michael Jackson, astro do pop falecido em 2009, foi e ainda é criticado pela relação próxima que tinha com crianças.

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O cantor chegou a ser processado duas vezes sob acusação de pedofilia, mas não foi condenado em nenhuma das ocasiões – na primeira, foi feito um acordo extrajudicial, enquanto na segunda, todas as alegações foram consideradas improcedentes.

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Quando mais jovem, o também cantor Aaron Carter, irmão de Nick Carter (Backstreet Boys), foi um dos amigos de Michael Jackson, já adulto. Em entrevista à ‘VladTV’, Aaron, que hoje tem 33 anos, revelou por que o Rei do Pop gostava de estar com crianças.

O relato, segundo Aaron Carter, foi dado pelo próprio Michael Jackson, depois que o então garoto perguntou o motivo.

“Ele [Michael] começou a dar risadas e respondeu: ‘é porque a melhor maneira de fazer o mercado da música se manter relevante é seguir inspirando uma mensagem de tom positivo aos mais jovens, mostrando a eles as várias formas de se viver a vida”, afirmou.

Não à toa, Jackson costumava ter contato com jovens artistas, sejam da música, dança ou atuação.

Aaron sempre negou que tenha recebido qualquer oferta indecente por parte de Michael e não acredita que ele tenha abusado sexualmente de crianças. Ainda durante a entrevista, o irmão de Nick Carter contou que manteve contato com Jackson até o fim da vida dele.

“Conversei com ele duas antes de ele morrer. Ele me disse que não aguentava mais [viver]”, revelou. Assista à entrevista na íntegra a seguir (em inglês, sem legendas):

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Michael Jackson e ‘Leaving Neverland’

Denúncias de abuso sexual voltaram a rondar a memória de Michael Jackson nos últimos tempos.

Essa turbulência foi provocada pelo documentário ‘Leaving Neverland’, do diretor Dan Reed e exibido pela HBO em 2019, que mostra entrevistas com James Safechuck e Wade Robson. Eles afirmam terem sido abusados sexualmente pelo cantor quando eram crianças.

Safechuck conheceu Jackson aos dez anos, quando foi escalado para um comercial da Pepsi. Já Robson, que se tornou coreógrafo, encontrou o artista pela primeira vez aos sete, após vencer uma competição de dança. “Todo mundo queria conhecer ou estar com Michael”, diz James no início do filme.

Os defensores de Jackson apontam que tanto Safechuck quanto Robson disseram às autoridades no passado que eles não foram molestados por Jackson – e que Robson defendeu o cantor durante um dos julgamentos que enfrentou em vida.

Porém, isso não conseguiu evitar que alguns boicotes ao trabalho do artista acontecessem.

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Além disso, foi lançado, também em 2019, um documentário chamado ‘Square One’ que defende Michael Jackson das acusações. Ao longo do filme, dirigido por Danny Wu, são apresentadas outras evidências, favoráveis a Jackson, relacionadas a um dos processos enfrentados pelo cantor, em 1993.

Na ocasião, ele foi acusado de abusar sexualmente de um garoto de 13 anos. O caso foi resolvido com um acordo extrajudicial, fora dos tribunais.

A expectativa de transformar em série o livro ‘Untouchable: The Strange Life and Tragic Death of Michael Jackson’ (‘Intocável: A estranha vida e a trágica morte de Michael Jackson, em tradução livre), escrito por Randall Sullivan, foi um dos projetos que caíram por conta da repercussão do documentário.

Já os produtores Scooter Braun e Deen of Thives planejavam recriar a turnê ‘This Is It’, que Jackson trabalhara para levar à estrada antes de falecer.

Músicos e dançarinos que participaram da criação fariam parte de um especial de TV, e as músicas seriam interpretadas por convidados. Tudo parecia certo até que parceiros do projeto se silenciaram.

Vale lembrar que, em vida, Michael chegou a enfrentar denúncias formais de abuso sexual e pedofilia. Ele respondeu a dois processos na Justiça. Além do já mencionado caso em 2005, em que foi inocentado, ele foi acusado em 1993 e resolveu a situação com um acordo extrajudicial.

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